A performance permanece a mesma durante séculos, e suas técnicas e tradições são passadas de pai para filho. Os membros do conjunto se revezam na percussão dos tambores, tocam o Inkiranya, dançam, descansam e em seguida tocam os outros tambores, numa apresentação sem interrupções. A entrada em cena dos percussionistas é marcada pelo equilíbrio dos tambores pesados sobre a cabeça seguidos de cânticos e toques. Alguns dançarinos carregam escudos e lanças ornamentais e guiando esse cortejo com suas danças. Durante a apresentação executam uma série de ritmos, alguns deles acompanhados por músicas. Os musicos saem do palco da mesma forma como entraram.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Os Tambores Reais do Burundi
É um grupo de percussão do Burundi. Suas apresentações acontecem durante uma série de cerimônias como nascimentos, funerais e coroação de mwamis (reis). O tambor (chamado de karyenda) é sagrado no Burundi e representa o mwami, a fertilidade e a regeneração. Os tambores feitos de troncos de árvore oca recobertos com peles de animais. Além do tambor médio, chamado Inkiranya, existem o Amashako especial para batida continua e o Ibishikiso, que segue o ritmo criado pelo Inkiranya.
A performance permanece a mesma durante séculos, e suas técnicas e tradições são passadas de pai para filho. Os membros do conjunto se revezam na percussão dos tambores, tocam o Inkiranya, dançam, descansam e em seguida tocam os outros tambores, numa apresentação sem interrupções. A entrada em cena dos percussionistas é marcada pelo equilíbrio dos tambores pesados sobre a cabeça seguidos de cânticos e toques. Alguns dançarinos carregam escudos e lanças ornamentais e guiando esse cortejo com suas danças. Durante a apresentação executam uma série de ritmos, alguns deles acompanhados por músicas. Os musicos saem do palco da mesma forma como entraram.
A performance permanece a mesma durante séculos, e suas técnicas e tradições são passadas de pai para filho. Os membros do conjunto se revezam na percussão dos tambores, tocam o Inkiranya, dançam, descansam e em seguida tocam os outros tambores, numa apresentação sem interrupções. A entrada em cena dos percussionistas é marcada pelo equilíbrio dos tambores pesados sobre a cabeça seguidos de cânticos e toques. Alguns dançarinos carregam escudos e lanças ornamentais e guiando esse cortejo com suas danças. Durante a apresentação executam uma série de ritmos, alguns deles acompanhados por músicas. Os musicos saem do palco da mesma forma como entraram.
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